Guindaste de pórtico de contêiner RTG
Descrição dos produtos
Principais recursos dos guindastes RTG:
Mobilidade em pneus de borracha
Ao contrário dos guindastes de pórtico montados-sobre trilhos (RMG), os RTGs se movem sobre pneus de borracha, permitindo flexibilidade nas operações no pátio.
Eles podem ser reposicionados conforme necessário, tornando-os ideais para empilhamento denso de contêineres.
Estrutura do Pórtico
O guindaste abrange várias fileiras de contêineres (normalmente6+1, 7+1 ou mais) e pode empilhar contêineres4-6 alto.
As pernas são projetadas para acomodar pilhas de contêineres enquanto se movem ao longo do pátio.
Mecanismo de elevação
Equipado com umespalhador(sistema twistlock) para levantar contêineres de diversos tamanhos (20 pés, 40 pés, 45 pés, etc.).
Alguns RTGs têmcapacidades de empilhamento automáticopara maior eficiência.
Opções de energia
Diesel-elétrico(comum em modelos mais antigos) ouelétrico (ERTG)com sistemas de energia regenerativos.
RTGs híbridos e{0}}alimentados por bateria estão surgindo em prol da sustentabilidade.
Automação e Controle
Pode ser operado manualmente ou semi/totalmente automatizado (por exemplo,AutoRTG).
GPS, sensores ópticos e IA auxiliam no manuseio preciso de contêineres.
Vantagens dos guindastes RTG:
✔ Flexibilidade– Pode ser movido entre blocos de quintal.
✔ Alta capacidade de empilhamento– Otimiza o espaço do quintal.
✔ Menor custo de infraestrutura– Não há necessidade de trilhos fixos.
✔ Eficiente para terminais-médios– Equilibra custo e desempenho.
Desvantagens:
❌ Maior manutenção(pneus, motores diesel).
❌ Menos eficiência energética-do que RMGs (a menos que elétrico/híbrido).
❌ Requer operadores qualificados(a menos que automatizado).
Comparação com outros tipos de guindaste
| Recurso | Guindaste RTG | Guindaste RMG | Guindaste STS |
|---|---|---|---|
| Mobilidade | ✅Pneus de borracha | ❌ Montado-em trilho | ❌ Fixado em trilhos |
| Altura da pilha | 4-6 alto | 5-7 alto | 1-2 de altura (uso no quintal) |
| Infraestrutura | Baixo (pátio pavimentado) | Alto (trilhos necessários) | Muito alto (precisa de cais) |
| Automação | Possível (RTG-automático) | Mais fácil (caminho fixo) | Principalmente manual |
| Melhor para | Terminais médios | Terminais de alto-volume | Carga/descarga de navio |
Componentes principais:Motor, Rolamento, Caixa de velocidades, Motor, Engrenagem
Local de origem:Henan, China
Garantia: 2 anos
Peso (quilograma):50000 quilogramas
Inspeção-de saída de vídeo: fornecida
Relatório de teste de máquinas: fornecido
Aplicação: Ao ar livre
Palavras-chave: guindaste de pórtico
Capacidade de carga nominal: 50 toneladas
Velocidade de viagem cruzada: 44,6 m/min
Velocidade de viagem longa: 47,1 m/min
Maneira de controle: cabine
Fonte de alimentação: carretel de cabo
Trilha de aço:QU80
Alimentação: CA trifásica 50 Hz 380 V

Imagens e componentes
UmGuindaste de pórtico para contêineres RTG (Rubber-Tired Gantry)consiste em vários componentes principais que trabalham juntos para manusear, empilhar e transportar contêineres de forma eficiente em pátios portuários e terminais intermodais. Abaixo está uma análise de seus principais componentes:
1. Componentes Estruturais
A. Estrutura do pórtico (viga principal e pernas)
Viga Principal (Ponte): A viga horizontal que atravessa as pilhas de contêineres, sustentando o carrinho e o sistema de elevação.
Pernas (quadros finais): Estruturas verticais em ambos os lados que suportam a viga principal e alojam as rodas/pneus.
Vigas transversais e contraventamentos: Reforços para garantir a estabilidade estrutural sob cargas pesadas.
B. Lança (opcional)
Alguns RTGs têm umlança em balançopara alcance estendido (por exemplo, ao trabalhar com caminhões ou vagões).
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2. Sistema de mobilidade e direção
A. Pneus e rodas de borracha
Pneus: Pneus de borracha-para serviços pesados e-de alta carga (geralmente8-16 pneusdependendo do tamanho do guindaste).
Sistema de direção: Direção hidráulica ou elétrica para manobras (modos caranguejo, diagonal ou direção 90 graus).
Motores de acionamento: motores elétricos ou diesel-hidráulicos que acionam as rodas.
B. Fonte de energia
Motor Diesel(para RTGs convencionais).
Elétrica (ERTG)– Alimentado por carretel de cabo, bateria ou barra condutora.
Híbrido (Diesel + Bateria/Elétrico)– Reduz o consumo de combustível.
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3. Sistema de elevação e manuseio
A. Mecanismo de içamento
Motor de elevação e tambor: Eleva/desce o espalhador através de cabos de aço ou correntes.
Cabos e roldanas de aço: Cabos de aço-de alta resistência guiados por polias para elevação suave.
B. Espalhador (elevador de contêiner)
Sistema Twistlock: Trava em peças fundidas de canto de contêiner (alças de 20 pés, 40 pés, 45 pés, etc.).
Espalhador Ajustável: pode alternar entre tamanhos de contêiner.
Espalhadores Inteligentes: Alguns possuem sensores para travamento automático e detecção de peso.
C. Sistema de carrinho
Move-se horizontalmente ao longo da viga principal para posicionar o espalhador sobre os contêineres.
Alimentado por motores elétricos com frenagem regenerativa.

4. Sistemas de Controle e Automação
A. Cabine do Operador
Localizado em uma perna ou centralmente, com joysticks, telas e controles de segurança.
Alguns RTGs modernos usamcontrole remotoousistemas totalmente automatizados.
B. Recursos de automação (para RTGs-automáticos)
Scanners/câmeras a laser– Detectar posições de contêineres.
GPS/RFID– Para rastreamento e posicionamento.
Sistemas PLC e IA– Otimizar padrões de empilhamento.
C. Sistemas de Segurança
Sensores anti{0}}colisão– Evita colisões com outros equipamentos.
Indicadores de Momento de Carga (LMI)– Evita sobrecargas.
Parada de emergência e alarmes de vento– Para condições de tempestade.

5. Sistemas Elétricos e Hidráulicos
A. Painéis Elétricos e Drives
Unidades de frequência variável (VFDs)– Controlar a velocidade do motor.
Geradores (em RTGs a diesel)– Fornecer energia para motores elétricos.
B. Sistemas Hidráulicos
Usado para direção, freios e, às vezes, ajustes de espalhador.

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6. Componentes Auxiliares
Estabilizadores / Estabilizadores– Implantado durante a elevação para maior estabilidade.
Sistemas de iluminação e alerta– Para operações noturnas e segurança.
Tanques de combustível/baterias– Dependendo do tipo de energia.

Resumo dos principais componentes do RTG
| Categoria | Componentes |
|---|---|
| Estrutura | Estrutura do pórtico, pernas, lança (opcional) |
| Mobilidade | Pneus de borracha, motores de acionamento, sistema de direção |
| Sistema de elevação | Talha, espalhador, carrinho, cabos de aço |
| Controlar | Cabine do operador, PLC, sensores, automação |
| Poder | Motor diesel / motores elétricos / híbrido |
| Segurança | Anti-colisão, LMI, paradas de emergência |

ESBOÇO

Técnico principal

Vantagens
1. Mobilidade e flexibilidade
Pneus de borrachapermitem fácil reposicionamento no pátio sem trilhos fixos.
Pode ser realocado para diferentes áreas de empilhamento conforme necessário.
Adequado para terminais com layouts variáveis.
2. Alta densidade de empilhamento
Pode empilhar contêineres4 a 6 de altura, otimizando o espaço do quintal.
Normalmente abrange6+1 ou 7+1 linhas(6 pilhas + 1 pista de caminhões).
3. Menor custo de infraestrutura
Não há necessidade de trilhos caros (ao contrárioGuindastes RMG).
Requer apenas uma superfície de quintal pavimentada.
4. Versatilidade nas Operações
Pode lidarvários tamanhos de contêiner(20 pés, 40 pés, 45 pés, etc.).
Usado paracarga/descarga de caminhões, operações ferroviárias e empilhamento em pátio.
5. Eficiência energética (para E-RTGs e modelos híbridos)
RTGs elétricos (E-RTGs)reduzir emissões e custos de combustível.
Alguns modelos usamfrenagem regenerativapara economizar energia.
6. Automação-Pronto
Pode ser atualizado parasemi{0}}automático ou totalmente automatizado (RTG-automático)sistemas.
UsosGPS, sensores ópticos e IApara manuseio preciso de contêineres.
7. Custo-econômico para terminais de médio-tamanho
Mais barato queGuindastes STS (enviar-para-a costa)eRMGspara operações menores.
Menor investimento inicial em comparação com sistemas ferroviários fixos.
Aplicativo
1. Terminais Portuários de Contêineres
Empilhamento de contêineresem blocos de pátio antes de carregar em navios/caminhões.
Transferir contêineres entrecaminhões, trens e áreas de armazenamento.
2. Pátios Ferroviários Intermodais
Carregar/descarregar contêineresde trens a caminhões(ou vice-versa).
Usado emdepósitos de contêineres internos (ICDs).
3. Depósitos e centros logísticos
Armazenamento temporário emestações de carga e centros de distribuição.
Manuseio de contêineres paradesembaraço aduaneiro e inspeções.
4. Operações-de acoplamento cruzado
Mover contêineres entrediferentes modos de transporterapidamente.
5. Portos militares e de emergência
Implantado emportos temporáriosdevido à sua mobilidade.
Guindasteprodução procedimento
1. Design e Engenharia
Planta e projeto estrutural: As equipes de engenharia projetam o guindaste com base nas especificações, considerando peso, vão, capacidade de içamento e ambiente de trabalho.
Especificações dos componentes: São preparadas especificações detalhadas para componentes como vigas principais, vigas finais, sistema de elevação, carrinho e componentes elétricos.
2. Seleção e Aquisição de Materiais
Seleção de materiais de aço: materiais de aço de alta{0}}resistência são escolhidos para as vigas principais, colunas e outras peças críticas.
Aquisição: Materiais, como placas de aço, seções, parafusos e componentes elétricos, são adquiridos e inspecionados quanto à qualidade.
3. Corte e pré{1}}fabricação
Corte e Modelagem: Os componentes de aço são cortados, moldados e soldados em formas preliminares de acordo com as especificações do projeto.
Pré-montagem de fabricação: componentes como vigas e vigas são pré-montados para verificar se eles se encaixam corretamente.
4. Soldagem e Montagem Estrutural
Soldagem: Vigas principais, colunas e outros componentes estruturais são soldados para criar uma estrutura robusta. Técnicas de soldagem especializadas são usadas para garantir resistência e durabilidade.
Montagem Estrutural: As vigas principais e vigas finais são montadas, garantindo alinhamento preciso para distribuição equilibrada de carga.
Controle de qualidade: Os cordões de soldagem e as juntas são inspecionados usando testes não{0}}destrutivos (por exemplo, testes ultrassônicos ou de raios-X) para quaisquer defeitos estruturais.
5. Usinagem e Acabamento
Usinagem de peças: Peças críticas, como rodas, componentes do carrinho e talhas, passam por usinagem para encaixe adequado e operação suave.
Tratamento de Superfície: As peças de aço são limpas e submetidas a tratamentos de superfície, como jato de areia e revestimento, para evitar ferrugem e aumentar a durabilidade.
Pintura e Revestimento: São aplicados revestimentos protetores para resistência às intempéries, com um primer seguido de camadas superiores.
6. Montagem dos Componentes do Guindaste
Conjunto da Viga Principal: As duas vigas principais são montadas e alinhadas.
Instalação da viga final: As vigas finais são fixadas às vigas principais, formando a estrutura do guindaste.
Instalação da talha e do carrinho: O mecanismo da talha e o carrinho são montados nos trilhos da viga principal e testados quanto ao alinhamento e suavidade operacional.
7. Instalação de Sistemas Elétricos e de Controle
Fiação e cabeamento: A fiação elétrica é instalada para fonte de alimentação, circuitos de controle e sistemas de segurança.
Painel de controle e recursos de segurança: O painel de controle é montado, com recursos de segurança como interruptores de limite, paradas de emergência e proteção contra sobrecarga integrados e testados.
Programação do Sistema de Controle: O sistema de controle do guindaste é programado e testado para operação correta.
8. Testes e garantia de qualidade
Teste de carga: O guindaste é submetido a testes de carga para garantir que possa suportar sua capacidade nominal sem problemas.
Teste Operacional: Testes funcionais são realizados para verificar movimentos, capacidade de resposta, sistemas de frenagem e operações elétricas.
Inspeção e Certificação: O guindaste passa por inspeções finais para verificar o cumprimento dos regulamentos e normas de segurança. A certificação pode ser emitida pelas autoridades competentes.
9. Ajustes Finais e Preparação para Entrega
Ajustes Finais: Quaisquer pequenos ajustes são feitos para garantir um bom funcionamento.
Documentação: Manuais de operação, diretrizes de manutenção e documentos de certificação são preparados para entrega.
Embalagem e envio: O guindaste é embalado de forma segura para envio, garantindo que todas as peças estejam protegidas durante o transporte.
10. Instalação e comissionamento (no local)
Montagem-no local: o guindaste é montado no local do cliente, se necessário.

Visualização da oficina:
A empresa instalou uma plataforma inteligente de gerenciamento de equipamentos e instalou 310 conjuntos (conjuntos) de robôs de manuseio e soldagem. Após a conclusão do plano, serão mais de 500 conjuntos (conjuntos), e a taxa de rede dos equipamentos chegará a 95%. 32 linhas de soldagem foram colocadas em uso, 50 estão previstas para serem instaladas e a taxa de automação de toda a linha de produtos atingiu 85%.





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